<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568</id><updated>2011-08-19T09:31:46.972-03:00</updated><title type='text'>Afastem-se vacas, que a vida é curta!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-2695643099733145294</id><published>2010-11-21T19:31:00.002-02:00</published><updated>2010-11-21T19:31:59.367-02:00</updated><title type='text'>haikai</title><content type='html'>A arte da escrita&lt;br /&gt;Sento-me cheia de dedos&lt;br /&gt;Para escrever apenas um haikai&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-2695643099733145294?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/2695643099733145294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=2695643099733145294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2695643099733145294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2695643099733145294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2010/11/haikai.html' title='haikai'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-3536988368709223974</id><published>2010-09-24T11:13:00.002-03:00</published><updated>2010-09-24T11:18:39.084-03:00</updated><title type='text'>Programa sobre a Língua Portuguesa estreia em outubro na Rádio Udesc</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/TJyyjaiorII/AAAAAAAAAEE/HTWgviNc0ig/s1600/programa+L%C3%ADngua+viva.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520483564739144834" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/TJyyjaiorII/AAAAAAAAAEE/HTWgviNc0ig/s320/programa+L%C3%ADngua+viva.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estreia no dia 4 de outubro o programa “Língua Viva” na Rádio Udesc FM Joinville (91.9). O programa terá, diariamente, dicas de como falar corretamente, curiosidades sobre a língua, análise de músicas, poemas recitados, etc. Serão 5 minutos diários, de segunda a sexta-feira em dois horários: 9h15 e 15h15.&lt;br /&gt;O programa, produzido e apresentado por Talita Rodrigues, é um dos projetos apoiados pelo Edital de Apoio à Cultura do Sistema de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) de Joinville. O projeto previu 50 programetes sobre a Língua Portuguesa para serem veiculados na Rádio Udesc de Joinville. As duas outras emissoras educativas da Udesc, de Florianópolis e Lages, também irão veicular os programas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Quê?&lt;/strong&gt; Programa Língua Viva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando?&lt;/strong&gt; A partir de 04/10, de segunda a sexta-feira, 9h15 e 15h15&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde?&lt;/strong&gt; Rádio Udesc FM Joinville 91.9&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais informações:&lt;/strong&gt; (47) 3423 0900 ou 8804 8933 - Talita &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-3536988368709223974?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/3536988368709223974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=3536988368709223974' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/3536988368709223974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/3536988368709223974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2010/09/programa-sobre-lingua-portuguesa.html' title='Programa sobre a Língua Portuguesa estreia em outubro na Rádio Udesc'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/TJyyjaiorII/AAAAAAAAAEE/HTWgviNc0ig/s72-c/programa+L%C3%ADngua+viva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-5015705076569376235</id><published>2010-08-07T20:03:00.004-03:00</published><updated>2010-08-07T20:08:10.652-03:00</updated><title type='text'>Manual para viver sem o jornalismo esportivo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Domingo, 9 de maio de 2010&lt;/strong&gt;. Sentada numa cadeira do Centreventos, ouço o Jorge Ben passar o som antes de fazer seu show em Joinville. Entre conversas, piadas e cigarros com um amigo, ele vira pra mim e fala:&lt;br /&gt;- Terça-feira sai a convocação do Dunga, né?&lt;br /&gt;Respondo que sim e comento o burburinho do momento: Neymar e Ganso vão, ou não? Ele brinca dizendo que na verdade também está esperando ser chamado pelo Dunga. Diz, com um sorriso, que o técnico já viu suas jogadas e conhece sua habilidade com a bola. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Que Neymar, que nada, quem vai sou eu! – brinca ele.&lt;br /&gt;Terça-feira, 11 de maio de 2010, de manhã. Abro o twitter da empresa em que trabalho para fazer algum contato com o público. Não dá muito certo. Só se fala na convocação. E todos só querem ler o que se está falando sobre o assunto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terça-feira, 11 de maio de 2010, à tarde.&lt;/strong&gt; A lista de Dunga já saiu e nem vi. Mas me convenço de que saberei em poucas horas a exata escalação sem ler sequer uma notícia. Saio do meu quarto e minha mãe é a primeira a me dar uma informação: o Adriano não vai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terça-feira, 11 de maio de 2010, fim de tarde.&lt;/strong&gt; Entro na van que me leva até a faculdade e imediatamente recebo mais informações sobre as escolhas de Dunga. Não vai Neymar, Ganso e Ronaldinho Gaúcho. Kléberson, que é reserva do Flamengo, é um dos escolhidos. O Ramires, menino que jogou no JEC – o time da cidade, também disputará o mundial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terça-feira, 11 de maio de 2010, à noite.&lt;/strong&gt; Coloco o fone de ouvido, como de costume, ao entrar na BR para fazer o caminho de volta pra casa. Mas hoje o MP4 não serve. O som das pessoas falando ultrapassa o volume das minhas músicas. O assunto em pauta é o óbvio. Mais uma descoberta: Grafite é quem está no lugar de Adriano. Quando chego em casa, confiro no telejornal a escalação já formada em minha cabeça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao fim de um dia inteiro ouvindo as pessoas falarem sobre a convocação de Dunga para a Copa, descobri que não preciso ler jornal para saber dos acontecimentos esportivos. Afinal, tá na boca de todos. Todo mundo sabe e opina sobre o assunto. Cada um tem seu ponto de vista. E, o melhor de tudo, há argumentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas, onde estão esses argumentos nas discussões sobre política, eu não sei. Ou melhor, cadê as discussões políticas?&lt;br /&gt;- Esse não está em forma, o outro não deveria ser escolhido, aquele lá nunca fez nada pelo Brasil.&lt;br /&gt;É claro que essas frases que ouvimos poderiam ser de indignação sobre a política brasileira. Sobre ‘a forma’ dos políticos em fazer bons projetos. Ou o erro da escolha. Ou, então, o reconhecimento de que ‘aquele lá’ nada faz por nosso país. Mas as opiniões são apenas sobre os jogadores que o técnico da seleção escolheu para disputar um campeonato de futebol. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Analisando a situação contemporânea, percebo que aprendi mais uma coisa. No Brasil, futebol é uma equação simples. Um técnico, algumas palavras e 23 nomes estranhos (Kléberson, Elano, Grafite...) resultam em alguns milhões de indignados. Na política, a conta é outra: um senador, nenhuma palavra e alguns milhões roubados. O resultado? Apenas uns 23 estranhos indignados. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-5015705076569376235?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/5015705076569376235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=5015705076569376235' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5015705076569376235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5015705076569376235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2010/08/manual-para-viver-sem-o-jornalismo.html' title='Manual para viver sem o jornalismo esportivo'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-4458862923608047353</id><published>2010-03-27T10:36:00.008-03:00</published><updated>2010-03-27T11:06:25.280-03:00</updated><title type='text'>Histórias de Cor[ação]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/S64O6xdIskI/AAAAAAAAAD0/1XxzCkdbA2k/s1600/Imagem+605.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5453312601662992962" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/S64O6xdIskI/AAAAAAAAAD0/1XxzCkdbA2k/s320/Imagem+605.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Carol e suas mãos concentradas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo tem uma história pra contar. Carol tem várias e as guarda dentro de uma caixinha amarela de madeira. Agora são 10h39 da manhã e as histórias ainda não acordaram, diz ela. Mas, com a ajuda de algumas crianças, elas logo sairão da caixa para povoar o lúdico universo infantil. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguém aí sabe em que parte do corpo fica a concentração? – começa ela depois de explicar que esse é o item que se precisa para ouvir uma história. Os olhinhos, as vezes atentos, as vezes dispersos, estão parados à frente de Carolina. Mas logo se movem junto aos corpos procurando o primeiro menino que responde.&lt;br /&gt;- É na cabeça!&lt;br /&gt;Todos os outros repetem: “Cabeça!”, “Fica na cabeça”, “Acho que é na cabeça!”&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não, não. Segundo a contadora, a concentração fica em uma parte do corpo que não é na cabeça, nem na barriga, nem nos joelhos. Fica nas mãos.&lt;br /&gt;- Olha o quanto de concentração tem nas mãos de vocês! Tão vendo? Então esfreguem uma na outra. Agora coloquem as mãos nas orelhas. Pra ouvir uma história a gente precisa de concentração pra escutar, não é?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Todas as crianças seguem sorridentes as orientações de Carol. Colocam suas mãos nas orelhas, para ouvir a história melhor; colocam as mãos nos olhos, para prestar atenção na contadora; colocam as mãos na cabeça, para entender bem o que vai ser contado. Aos que estão sentados, Carol pede para que coloquem sua concentração no bumbum também, para que permaneçam sentados. Os que estão em pé podem colocar as mãos concentradas nos pés.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pronto! Está feito o primeiro contato. É com o uso da interação que a contadora de histórias Carolina Spieker consegue os primeiros minutos da preciosa atenção de seus expectadores, as crianças. Carol parte, então, para o desempenho de sua função. Depois de “despertar as histórias” batendo na caixinha com a ajuda de algumas crianças, ela pega um dos papeizinhos que lá estão e começa a história do menino João Jiló.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Paralelos a isso estão cadernos, mochilas com cinderelas e super-heróis, canetas de todos os tipos, e livros. Tudo muito colorido. O cenário no qual Carol e suas crianças fazem parte, neste momento, é uma livraria. Lugar agradável, bonito e confortável, mas cheio de fáceis possibilidades para desviar a atenção de uma criança.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ali estão também os pais. Todos aparentemente jovens, com seus 30 e poucos anos. Alguns deixam seus filhos assistindo a performance de Carol e passeiam pela livraria olhando os títulos. É o caso do engenheiro Abel Serrão, que entre um livro e outro, observa sua filha Isabela de longe para se certificar de que tudo está bem. Faz isso porque, para ele, esse é um momento somente das crianças.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os outros pais e mães preferem estar entre suas crias. Mas, como não esfregaram suas mãos cheias de concentração nos olhos, orelhas, cabeças e bumbuns, como fizeram as crianças, não param. Não olham, não escutam, não entendem e não ficam no mesmo lugar por muito tempo. Alguns chegam a conversar entre si, bem atrás do tapume onde estão Carol e as crianças.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A difícil tarefa que Carol tem de captar a atenção de todos os pequenos se torna ainda mais complicada com o colorido cenário e a presença dos pais desatentos e agitados. Apesar disso, a contadora não se mostra incomodada um só minuto. Conta a primeira história, a segunda sorteada da caixinha, faz perguntas às crianças, canta músicas. Depois conta a terceira e a quarta história. Tudo com muita tranqüilidade e um tom sereno de voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O baú de Juliana e Túlia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É comum que todo contador tenha uma caixa cheia de histórias pra contar. Essa caixa pode estar simplesmente na imaginação ou pode ser real e amarela como a de Carol. Mas Túlia e Juliana usam um baú. Onze crianças, entre 3 e 6 anos, estão sentadas em mini-cadeiras e observam atentas os diferentes objetos que saem daquela grande caixa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um avental, um boné, pedaços de tecido e o lenço que transforma Túlia em uma engraçada velha são alguns objetos que as duas contadoras tiram de seu baú. Estes adereços as transformam, em poucos segundos, em mãe, menino, velha e qualquer outro personagem de uma história infantil. A contação de Túlia e Juliana é cênica.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em meio à pequena platéia está Rafael. O menino, de cabelos pretos em forma de “tigela” e rosto arredondado, não perde a oportunidade de interagir. Foi o primeiro a responder à Carol, no dia anterior, onde fica a concentração. Hoje responde também à Juliana e Túlia, as vezes com palavras, as vezes com risadas.&lt;br /&gt;- Macaco! – diz ele interrompendo Juliana enquanto ela conta que o menino João Bobo deu banana ao papagaio. A contadora sorri explicando que os papagaios também comem banana, assim como os macacos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A performance de Juliana Apple e Túlia Januário consegue prender a atenção de Rafael, das outras crianças e dos pais que hoje estão mais calmos, em menor quantidade e num lugar com menos opções de distração. As crianças saem empolgadas, com as histórias que aprenderam, e ansiosas para contá-las aos amiguinhos e familiares. Apesar disso, não querem ir para casa. Puxam de forma insistente seus pais até a estante de livros mais próxima. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-4458862923608047353?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/4458862923608047353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=4458862923608047353' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/4458862923608047353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/4458862923608047353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2010/03/historias-de-coracao.html' title='Histórias de Cor[ação]'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/S64O6xdIskI/AAAAAAAAAD0/1XxzCkdbA2k/s72-c/Imagem+605.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-6032344125723332810</id><published>2010-02-01T13:20:00.001-02:00</published><updated>2010-02-01T13:23:10.157-02:00</updated><title type='text'>Lar, verde, lar</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/S2bxveMWgzI/AAAAAAAAADU/4Sl8051becg/s1600-h/arquitetura.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 189px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433295798330098482" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/S2bxveMWgzI/AAAAAAAAADU/4Sl8051becg/s320/arquitetura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ministro do Meio Ambiente Carlos Minc declarou recentemente que a sustentabilidade é como a camiseta do Che Guevara: todo mundo usa ou é a favor, mas ninguém lembra o que significa. Pois é! A sustentabilidade já faz parte da moda contemporânea. O termo começou a ser discutido na década de 1980, mas é agora, no século XXI, que a palavra chegou à boca do povo. Apesar de ter grande espaço na mídia mundial, pouco se sabe da amplitude do tema. Quem pensa que sustentabilidade é assunto apenas para o marketing empresarial vai se surpreender quando encontrar com ela na própria casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Adaptar moradias ao entorno não é atitude do homem das cavernas. Faz parte da proposta dos dias de hoje. A construção e a arquitetura sustentável são novas alternativas para fazer as pessoas ajudarem a preservar o meio ambiente, além de economizar e melhorar a própria qualidade de vida. Tudo isso dentro de casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sustentabilidade na área da arquitetura é muito confundida com rusticidade, diz o arquiteto Mateus Szomorovszky. Muitas pessoas procuram um arquiteto em busca da chamada “casa sustentável” ou “casa ecológica”, mas têm em mente um ambiente rústico para morar. Se essa confusão existe, as pessoas devem saber, primeiramente, o que é uma moradia sustentável. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A tentativa de transformar o edifício em parte do habitat vivo, encontrando nele soluções aos problemas ambientais como na utilização eficiente dos recursos naturais e na reutilização de outros materiais. Esta é a missão da construção e da arquitetura sustentável. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Reaproveitar a água da lavanderia e da chuva, ter janelas que privilegiem a iluminação natural, utilizar resíduos como elementos de construção e decoração. São muitas as possibilidades que uma casa pode ter para ser sustentável. Segundo o arquiteto Mateus Szomorovszky o mercado apresenta cada vez mais novidades em materiais para casas sustentáveis, mas eles devem ser usados de acordo com as necessidades de cada pessoa, região e ambiente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O projeto de uma casa ou prédio sustentável começa com a análise do terreno e sua localização. O arquiteto identifica as possibilidades de construção no espaço que já existe procurando não modificar elementos naturais e aproveitar as características do local como, por exemplo, o clima, o vento, a luz solar e a sombra. Tudo de acordo com as necessidades do morador. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A segunda etapa do projeto é escolher as práticas sustentáveis que a pessoa quer trazer para dentro de casa. A utilização de placas solares como fonte de energia, a captação da água da chuva para as descargas, a escolha de pisos e azulejos reciclados e etc. Os sistemas e materiais usados nessas construções variam de acordo com cada projeto e necessidade. Isso porque o cumprimento de uma obra sustentável pode pesar no bolso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo o arquiteto Mateus Szomorovszky, a execução de um projeto sustentável custa em torno de 15 a 20% mais caro. Isso porque, em geral, os materiais custam mais e a mão-de-obra tem de ser especializada. Porém, é evidente que há como benefício uma economia em longo prazo. Já que, como diz o arquiteto Mateus, “a sustentabilidade tem que ser prazerosa, gerar custo/beneficio pra pessoa”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ser economicamente viável é o primeiro pilar da sustentabilidade. Os outros são: ecologicamente correto e socialmente aceito. Em resumo, um projeto sustentável tem de fazer bem para o meio ambiente, para a sociedade e também para o bolso das pessoas envolvidas. É aí que entra tantos benefícios que a sustentabilidade pode trazer, seja ela fora ou dentro de casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro agrônomo e ecologista Gert Fischer tem uma casa ecológica e diz que é gratificante o sucesso de suas práticas sustentáveis onde mora. Isso porque Gert foi além da preocupação com a própria casa e ensinou seus vizinhos a agirem com sustentabilidade. De acordo com Gert, não devemos pensar apenas nas vantagens que temos em praticar a sustentabilidade e cuidar do meio ambiente. “Temos que perguntar quais os serviços ambientais que prestamos e usufruímos e o que isto nos gratifica ou penaliza” – explica ele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para os que desejam trazer a sustentabilidade pra dentro de casa sem ter muitos gastos é só seguir o exemplo do ecologista. Gert usa a sustentabilidade em sua casa de forma criativa. Ele construiu uma unidade de coleta da água da chuva com materiais reciclados e mais baratos. Além disso, para proteger a casa do calor do verão, ele revestiu duas paredes de madeira com cercas vivas verdes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gert também dá exemplos de aliar a construção sustentável ao bom senso. Ou seja, não apenas com adaptações nas casas, mas com práticas sustentáveis do morador. Ele utiliza o lixo orgânico como adubo para as plantas; separa o lixo reciclável para doar à uma família que obtém seu sustento com isso e alimenta pássaros com restos de comida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para o arquiteto Mateus Szomorovszky, este bom senso é indispensável na sustentabilidade. Ele diz que não adianta, por exemplo, uma pessoa ter uma casa sustentável no interior, se ela é obrigada a usar o carro todos os dias para trabalhar na área urbana. Isso porque a sustentabilidade é tão ampla que vai além de uma casa ecologicamente correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As ecovilas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Praticar a sustentabilidade vivendo harmonicamente em grupo é a proposta das ecovilas. A idéia de criar comunidades desse tipo surgiu no começo da década de 1990, na Dinamarca. Hoje, quase 20 anos depois, esse conceito se expande pelo mundo todo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Garuva, região norte de Santa Catarina, há uma pequena ecovila. A comunidade fica nos pés da montanha Monte Crista e tem 9 casas com 15 moradores. Fundada à cerca de 7 anos, ela ainda está “migrando do urbano para o alternativo”, diz uma das integrantes do projeto Tereza Geiser. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Comunidade Monte Crista ainda usa energia elétrica, mas já está em processo de transição para a energia solar. Quanto a captação da água da chuva, nenhum projeto foi implantado ainda já que a água dos morros é abundante, mas a idéia está sendo discutida. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Contudo, há muitas práticas sustentáveis nas moradias. O esgoto é tratado através de um sistema de zona de raízes, que separa o sólido do líquido para não poluir. Os lixos de banheiros são empacotados em jornais com o objetivo de não usar sacolas plásticas. Há a utilização de lixo orgânico nas plantações e o lixo reciclável é também separado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-6032344125723332810?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/6032344125723332810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=6032344125723332810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/6032344125723332810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/6032344125723332810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2010/02/lar-verde-lar.html' title='Lar, verde, lar'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/S2bxveMWgzI/AAAAAAAAADU/4Sl8051becg/s72-c/arquitetura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-253585144658579096</id><published>2009-12-21T20:15:00.005-02:00</published><updated>2009-12-21T20:22:23.318-02:00</updated><title type='text'>O Estranho Velhinho</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/Sy_0X0WN3PI/AAAAAAAAADM/vGE1kz8KmgM/s1600-h/1PapaiNoelPunk.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 243px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417817566775991538" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/Sy_0X0WN3PI/AAAAAAAAADM/vGE1kz8KmgM/s320/1PapaiNoelPunk.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dezembro. Clima natalino, guirlandas, ruas cheias de luzes e, claro, shoppings lotados. Aposto que muitas pessoas já passaram, nesse mês, por algum desses aglomerados de lojas. Se passaram, não há duvida de que já se depararam com uma figura velha de barbas brancas que habita os shoppings nessa época do ano. Sim! O Papai Noel. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Será que alguém já parou para pensar o que esse “velhinho do shopping” significa para nós? O que ele tem a ver com o Natal? O que ele tem a ver com a nossa cultura ou até mesmo o que ele tem a ver com a gente? Pois bem! Vamos ver. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moramos num país tropical onde a maioria dos lugares é quente quase o ano todo. O calor faz as pessoas usarem roupas curtas e leves, principalmente no verão. Verão é a estação no qual acontece o Natal no Brasil. Papai Noel, mesmo aparecendo por aqui só no Natal, sempre está vestindo roupas compridas e pesadas. Além disso, usa botas e luvas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem também a neve. Papai Noel e o Natal sempre vêm acompanhados de neve. Nos pinheirinhos, nas decorações de rua, nos bonecos de neve feitos de qualquer outra coisa, menos de neve. No Brasil, salvo raríssimas exceções de lugares e épocas, não cai neve. Grande maioria dos brasileiros nunca viu neve na vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil também as pessoas têm muitos meios de transporte. Carro, moto, ônibus, bicicleta, avião. Mesmo assim, Papai Noel vem de trenó. Trenó? Alguém aí já andou de trenó? Acho que não. E de trenó puxado por renas? Acho que também não. Por falar nisso, alguém aí já viu uma rena?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Papai Noel também tem ajudantes. Não são homens assalariados que trabalham meses inteiros para, no fim, receberem uma quantia em dinheiro que servirá para a troca por itens que necessita. Os ajudantes do Papai Noel são duendes. Bem, se você nunca viu uma rena, acho difícil ter visto um duende. No Brasil e, pelo que se sabe apesar das controvérsias, no resto do mundo também não existem duendes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele não é brasileiro. Essa é a primeira conclusão que podemos chegar ao observar de forma rápida e superficial o Papai Noel. Ele não se parece com a gente, não usa roupas como as nossas, não anda com o mesmo transporte que nós. Mas, mesmo assim, todo ano ele está presente no nosso natal. Faz parte da nossa cultura mesmo não tendo sido criado por nós. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tantas diferenças e ainda assim a figura do Papai Noel emociona, traz comoção e esperança. Os motivos certamente não são os de identificação cultural. São de representação de símbolos bem mais brasileiros: solidariedade e esperança. O velhinho pode ser um pouco estranho, mas todos os anos nós fechamos os olhos para as suas estranhezas e simplesmente acreditamos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é hora de pensarmos em simbolismos, é hora de nos encher de esperança. E é isso que o Natal e o Papai Noel representam para nós. È a esperança de um mundo um pouquinho melhor. Um mundo em que as diferenças são aceitas. Um mundo em que todos aceitam o outro. Mesmo que esse outro venha do Pólo Norte e seja estranhamente parecido com a gente. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-253585144658579096?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/253585144658579096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=253585144658579096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/253585144658579096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/253585144658579096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/12/o-estranho-velhinho.html' title='O Estranho Velhinho'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/Sy_0X0WN3PI/AAAAAAAAADM/vGE1kz8KmgM/s72-c/1PapaiNoelPunk.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-5232881805793119710</id><published>2009-12-09T18:02:00.007-02:00</published><updated>2009-12-09T18:11:20.672-02:00</updated><title type='text'>O Alfaiate da Multidão</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SyADSioAZQI/AAAAAAAAADE/PIoBO0g4Igg/s1600-h/o+alafaiate+da+multid%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413330369166468354" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SyADSioAZQI/AAAAAAAAADE/PIoBO0g4Igg/s320/o+alafaiate+da+multid%C3%A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fita métrica no pescoço, agulha e linha na mão. É assim que Daniel da Silveira passou 64 anos de sua vida. Conhecido como “o alfaiate da multidão”, Daniel é o mais antigo profissional de alta costura para homens em Joinville. Hoje, prestes a completar 79 anos, continua exercendo seu ofício que já não é mais tão requisitado quanto foi anos atrás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; No dia em que completou 14 anos de idade, o pai de Daniel disse que já estava na hora de lhe arrumar um trabalho. A mecânica não poderia ser, já que Daniel não apresentava porte físico para isso. Disse então, que a alfaiataria seria uma boa escolha. No dia seguinte, Daniel já saiu falando para todos os seus amigos: “eu vou ser alfaiate”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Trabalhou voluntariamente em uma alfaiataria, durante três anos, para aprender o ofício. Fez seu primeiro terno para um amigo que lhe pediu. E, no dia 6 de setembro de 1954, sem saber que este era o dia do alfaiate, abriu sua própria loja no centro de Joinville. Lá a placa anunciava o slogan inventado por ele mesmo: Daniel, o alfaiate da multidão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a ajuda de propagandas de rádio criadas pelo próprio Daniel, a alfaiataria cresceu e se tornou competitiva no mercado de moda masculina. Ele conta que o tempo médio para fazer um traje completo é de dois dias, mas na época, com o auxilio de outros costureiros, sua alfaiataria chegava a produzir nove trajes por dia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com certa nostalgia, Daniel relembra os tempos de elegância da cidade. “Antigamente, as pessoas faziam um terno e compravam um chapéu. Hoje, chapéu é pra quem tem cabeça!” – brinca ele. A elegância é a principal admiração do alfaiate que lamenta não haver mais o hábito de se usar terno. “Eu mantenho até a gravata, honrando a minha profissão”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daniel também relembra as épocas em que muito trabalhava. Como no Natal quando, antigamente, as pessoas faziam ternos especiais. Hoje, ele diz que nem nos casamentos se faz questão de um bom terno: “se o padre deixasse, casariam de bermuda e chinelo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Chile foi um dos lugares que mais o encantou pela distinção dos trajes. Em uma de suas viagens a convenções, Daniel observou os ternos lá usados até por crianças, como uniforme de escola. E mesmo trabalhando para homens, não deixou de perceber que naquele país até as mulheres se vestiam bem, elegantes, “só usavam saia”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a preocupação com a elegância já não é mais o principal motivo para a procura de um alfaiate. Daniel diz que a maioria de seus fregueses são pessoas que não conseguem encontrar uma roupa adequada em lojas. Ou são muito altos, ou mais gordos do que o normal, ou até os baixinhos que têm braços e pernas curtas e o terno vai sempre além de seu tamanho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A concorrência entre lojas de roupas produzidas em série e alfaiatarias já existia nos gloriosos anos de Daniel. Mas ele conta que aos poucos, os alfaiates foram perdendo espaço porque as pessoas que estavam dentro dos padrões de medidas encontravam facilmente roupas adequadas e mais acessíveis. Isso porque, como a alfaiataria é um tipo de artesanato personalizado, o trabalho sempre foi um pouco mais caro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A briga entre alfaiates e lojas era tão forte que Daniel chegou até a responder em um anuncio de rádio. Uma loja havia colocado no ar a propaganda “Não compre roupa feita, compre roupa bem feita”. E Daniel, com sua perspicaz criatividade para frases bonitas, colocou uma propaganda no rádio que dizia: “Não compre roupa feita, roupa feita por mais bem feita, nunca é perfeita!”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Criar slogans e anúncios é um dos talentos de Daniel. Anunciou em várias emissoras de rádio da cidade, durante muitos anos, e sempre escreveu os textos. Em um deles, inventou um personagem que não tinha o que usar. “Adão não se vestia porque Daniel não existia”. A frase virou marca do alfaiate e é lembrada até hoje por muitos moradores de Joinville. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar da habilidade com as palavras, Daniel diz que a alfaiataria é seu verdadeiro dom. “A minha profissão depende de dom, tem que ter vocação”. E foi por isso que Daniel aprendeu seu ofício com facilidade e entusiasmo, mas, mesmo tendo habilidade suficiente, nunca deixou de estudar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Daniel participou de muitos encontros e congressos de alfaiataria no Brasil inteiro e até em outros países. Fez cursos no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre. Participou de eventos em São Paulo, Montevidéu no Uruguai e na encantadora Santiago, no Chile. Em todos os lugares que passou, fez amigos e aperfeiçoou sua profissão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em uma de suas idas a Santos, conheceu a escola de alfaiate da Febem e trouxe para Joinville a ideia de ensinar alfaiataria aos presos. Infelizmente, o projeto não deu certo, mas outra sugestão foi acatada pelo então prefeito Luiz Henrique, hoje governador: a de criar um curso na rede municipal. Graças a Daniel, o curso foi criado e serviu para prolongar um pouco mais a profissão. O que Daniel lamenta é a quantidade mínima de pessoas que acabaram por se formar antes de o curso acabar por falta de procura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim como o atual governador Luiz Henrique da Silveira, que lhe ajudou nos projetos quando prefeito, muitas outras personalidades foram vestidas pelo alfaiate. O governador Pedro Ivo Campos usou muitos ternos feitos pelas mãos de Daniel. O ex-prefeito de Joinville Marco Tebaldi também recorreu aos seus serviços e tomou posse vestindo um de seus elegantes trajes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De cabeça erguida, com os olhos distantes e um leve sorriso no rosto, Daniel se enche de orgulho ao contar seus feitos durante tantos anos de trabalho. E, apesar de ser conhecido no Brasil inteiro, o alfaiate da multidão também se sente orgulhoso por sua cidade. “Daniel da Silveira, até morrer, nascido e criado em Joinville, sem vontade de sair” – brinca ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com tantas histórias e lembranças, o alfaiate da multidão permanece junto a seus tecidos na nova loja que hoje é também sua casa. O orgulho pelo seu trabalho e a dedicação são seus companheiros em dias que se distanciam daqueles que o fizeram ficar conhecido em Joinville e no resto do Brasil como Daniel, o alfaiate da multidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As propagandas de Daniel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adão não se vestia&lt;br /&gt;Porque Daniel não existia&lt;br /&gt;Agora se veste, Adão&lt;br /&gt;Tem Daniel, o alfaiate da multidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada roupa tem seu tempo&lt;br /&gt;Cada tempo uma estação&lt;br /&gt;Uma roupa para qualquer tempo&lt;br /&gt;Só no alfaiate da multidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não compre roupa feita&lt;br /&gt;Roupa feita por mais bem feita, nunca é perfeita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O símbolo de elegância e perfeição&lt;br /&gt;É Daniel, o alfaiate da multidão &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-5232881805793119710?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/5232881805793119710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=5232881805793119710' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5232881805793119710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5232881805793119710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/12/o-alfaiate-da-multidao.html' title='O Alfaiate da Multidão'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SyADSioAZQI/AAAAAAAAADE/PIoBO0g4Igg/s72-c/o+alafaiate+da+multid%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-2762696832526715282</id><published>2009-10-29T15:49:00.003-02:00</published><updated>2009-10-29T15:54:08.916-02:00</updated><title type='text'>De costas para Darfur</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SunWoSagvDI/AAAAAAAAAC8/8J_eCxUGCHU/s1600-h/lagrimas+do+deserto.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; DISPLAY: block; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398081616006396978" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SunWoSagvDI/AAAAAAAAAC8/8J_eCxUGCHU/s320/lagrimas+do+deserto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Limpeza étnica, crime contra a humanidade, destruição de grupos. Estas são algumas definições para a palavra genocídio. No documentário Lágrimas do Deserto do diretor Paul Freedman a definição é Darfur. &lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O extermínio de não-árabes no oeste do Sudão é retratado pelas lentes de Freedman nos 92 minutos do documentário que chega agora às locadoras. Com depoimentos de estudiosos, políticos e sobreviventes do conflito, além de cenas e registros fotográficos chocantes, o filme mostra a realidade daquela esquecida região africana. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lágrimas do deserto faz, logo no começo, um apanhado histórico-politico de Darfur, região oeste do Sudão. Em seguida reconta os caminhos de destruição dos Janjawid desde 2003, quando a matança de tribos não-árabes começou. O documentário também mostra o sofrimento das tantas mulheres estupradas e gravemente feridas pelos rebeldes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o principal foco de Lágrimas do Deserto é o descaso com que as autoridades mundiais trataram o genocídeo. Freedman faz questão de apontar o governo Bush nos Estados Unidos como um dos principais culpados pela indiferença mundial em relação ao conflito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O documentário Lágrimas do Deserto retrata a triste história do povo sudanês e critica de forma sutil o conformismo mundial frente à barbárie humana. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-2762696832526715282?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/2762696832526715282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=2762696832526715282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2762696832526715282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2762696832526715282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/10/de-costas-para-darfur.html' title='De costas para Darfur'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SunWoSagvDI/AAAAAAAAAC8/8J_eCxUGCHU/s72-c/lagrimas+do+deserto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-8291324245208928694</id><published>2009-10-05T14:20:00.000-03:00</published><updated>2009-10-05T14:21:09.883-03:00</updated><title type='text'>Meu amigo Gugu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Procurar coisas na internet é uma atividade que já faz parte da vida de milhões de pessoas pelo mundo e, claro, da minha também. O significado das palavras, as notícias do mundo todo, as respostas para todas as perguntas. Tudo parece estar lá. Disponível. O tempo todo. Pra quem quiser, na hora que quiser, dar um simples clique no ícone “Pesquisa Google”. Mas, infelizmente, ainda não é tudo tão fácil assim... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O primeiro problema do Google é que, no meio de tanta coisa, tudo se torna uma grande confusão. Você procura isto, encontra aquilo. Você procura assim, encontra assado. Não que isso seja totalmente ruim. Eu, por exemplo, já achei coisas interessantíssimas sem procurá-las. Tudo bem, não vamos colocar a culpa no Google, quem sabe não é a Lei de Murphy? “Você sempre acha algo no último lugar que você procura” (que provavelmente não é o Google) ou, “você só vai encontrar quando não estiver procurando” (em qualquer site que não seja buscador). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muita gente acredita mas, infelizmente, o Google não sabe tudo. Este é o segundo problema dele: o de ser apenas, como o próprio Google diz, um “mecanismo de busca criado em 1998 por Sergey Brin e Larry Page”. Sendo assim, ele não distingui o que é certo do que é errado e não dá às pessoas as informações realmente verdadeiras que elas procuram. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar de tudo, o problema maior não é com o Google, é com o que as pessoas fazem dele: um Deus da era contemporânea. Onipresente, onisciente, onipotente. Por incrível que pareça, essas são as características do Google para alguns. Pensam que ele sabe tudo, pode tudo e está em todo lugar. Estar em todo lugar até pode ser. Se não, em poucos anos estará. Mas a onisciência, principalmente, é balela. Já está na hora de ser desmistificada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto do Google. De verdade. Ouso dizer que sou até do grupo “não sei o que seria a minha vida sem o google”. Mas a minha relação com ele não é a de endeusamento. Penso que ele, como um ser humano, pode errar, não está sempre certo, é confuso e, ao mesmo tempo, muito útil para mim. O Google é bom para os que sabem usá-lo: aqueles desconfiados. Acho que se existisse uma Google-Bíblia em alguma parte estaria escrito: “Bem aventurados os que desconfiam do Google, porque será deles o reino da sabedoria”. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-8291324245208928694?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/8291324245208928694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=8291324245208928694' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8291324245208928694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8291324245208928694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/10/meu-amigo-gugu.html' title='Meu amigo Gugu'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-1031142108428607012</id><published>2009-09-18T12:20:00.001-03:00</published><updated>2009-09-18T12:22:12.567-03:00</updated><title type='text'>Hoje é dia de rotina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acordar, escovar os dentes, vestir alguma coisa, ir para o trabalho. Segundas, terças, quartas, quintas e sextas. Quase todo dia, para quase todo mundo, é dia de rotina. Assistir a Ana Maria Braga de manhã, fazer almoço meio-dia e passar a roupa à tarde. Tomar mamadeira, brincar de carrinho, tomar banho para ir dormir. Tudo isso é rotina. Velhos, jovens, trabalhadores ou não. Todo mundo entra na roda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dicionário chama de prática constante ou caminho já trilhado. Mas rotina é, na realidade, a melhor opção para manter pessoas desacordadas. Funciona tanto quanto a hipnose. A rotina é um tipo de hipnose. Ela serve para deixar o tempo livre, solto, passando despercebido. Já que, hipnoticamente, muitos continuam a dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema maior da rotina é se acostumar a ela. Já diria Marina Colosanti: se acostumar não devia. Não devia porque prende, aliena, enfraquece. E a rotina é quase sinônimo de costume. Mas todo mundo se acostuma, todo mundo tem rotina. Sim, todo mundo de alguma forma. Mas isso não quer dizer que tudo está perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é totalmente ruim fazer parte de uma rotina. Não é sempre que a rotina tem o poder de adormecer pessoas. A rotina pode ter algo de bom sim. Pode ter aprendizado. Pode ter a tranqüilidade que tantos desejam. Pode até ter beleza. Pode sim e não é só na música Cotidiano do Chico Buarque. De um modo geral, não há problemas em seguir rotinas, o problema é fechar os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manter os olhos fechados já é uma prática social. Depois de anos de evolução e tecnologia, a sociedade decidiu parar de enxergar. Não ver o que não se quer ver. Não ver o que incomoda, perturba. Ou, simplesmente, não ver o que é simples. Essas práticas, infelizmente, já são comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordar, fazer almoço de manhã, trabalhar à tarde, assistir um filme a noite e não tomar banho antes de dormir. Não importa a ordem ou a atividade. Não importa se é velho, rico ou andarilho. Se morre pra não perder a Ana Maria Braga ou se nem tem tempo de ligar a televisão. Importante é estar de olhos abertos. Não se acostumar. Hipnose? Só com hora marcada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-1031142108428607012?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/1031142108428607012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=1031142108428607012' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/1031142108428607012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/1031142108428607012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/09/hoje-e-dia-de-rotina.html' title='Hoje é dia de rotina'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-2476770745953217008</id><published>2009-09-09T13:49:00.001-03:00</published><updated>2009-09-09T13:50:43.698-03:00</updated><title type='text'>A adormecida academia joinvilense</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se Machado de Assis fosse catarinense, estaria se revirando no túmulo. Isso porque a maior cidade do estado, curiosamente, não possui sua própria academia de letras. A verdade é que já possuiu e, se não bastasse isso, foi a primeira a ser fundada em Santa Catarina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Academia Joinvilense de Letras foi fundada em 15 de novembro de 1969 com o apoio do então prefeito Nilson Bender. Catorze escritores assinaram os Estatutos como sócio-fundadores. Entre eles estava o advogado Carlos Adauto Vieira, o deputado federal Carlos Gomes de Oliveira e o historiador Adolfo Bernardo Schneider que foi eleito presidente da academia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“O lançamento daquela aventura foi com pompas, nos salões da Sociedade Harmonia Lyra, ratificado pela presença, em peso, da Academia Catarinense de Letras e representantes da Academia Brasileira de Letras” – lembra um dos sócio-fundadores Alcides Buss. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, prestes a completar 40 anos, a Academia Joinvilense de Letras permanece adormecida. Algumas das provas de sua existência sobrevivem esquecidas no arquivo histórico de Joinville. Os documentos esperam silenciosamente por uma nova sede. Mas, até agora nada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, a câmara de vereadores de Joinville apresentou, através de uma vereadora, uma moção à favor da volta da academia. O documento pedia ao prefeito a nomeação de “uma nova Comissão de Organização da Academia Joinvilense de Letras”. Mas, infelizmente, a solicitação não foi atendida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada de um novo governo, a moção foi representada este ano. E, mais uma vez, nenhuma resposta. Os novos membros que deveriam ser convidados, à pedido da moção, para “compor e enriquecer essa academia”, ainda não foram convocados. E a academia continua inativa. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-2476770745953217008?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/2476770745953217008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=2476770745953217008' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2476770745953217008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2476770745953217008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/09/adormecida-academia-joinvilense.html' title='A adormecida academia joinvilense'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-8753753846264809665</id><published>2009-08-23T20:19:00.003-03:00</published><updated>2009-08-23T20:23:51.986-03:00</updated><title type='text'>A árvore genealógica dos Buendía</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SpHPLPLL4tI/AAAAAAAAACs/sxUKkmFRsaU/s1600-h/arvore+genealogica.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 166px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373303622388671186" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SpHPLPLL4tI/AAAAAAAAACs/sxUKkmFRsaU/s320/arvore+genealogica.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nunca se perdeu em meio à tantos personagens é porque nunca leu Cem Anos de Solidão. Entre quatrocentas páginas escondem-se mais de cinqüenta pessoas. Destas, 44 são da família Buendía. Das 44, cinco se chamam Aureliano. Isso sem contar com os dezessete Aurelianos filhos do capitão Aureliano Buendía. Já deu pra confundir? Pois tem mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Arcádio, Arcádio, José Arcádio Segundo, Amaranta, Úrsula, Amaranta Úrsula, Remédios, Renata Remédios...e por aí vai. A saga de cem anos da família Buendía em Macondo é vasta em histórias e personagens. Faz os leitores se perderem, literalmente, nas páginas do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lembrança do capitão Aureliano Buendía, diante do pelotão de fuzilamento, de quando viu o gelo pela primeira vez é o ponto de partida. A partir daí toda a história é contada desde o momento que o patriarca José Arcádio Buendía chegou com sua mulher Úrsula e seus dois filhos em um vilarejo que chamaria de Macondo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena Macondo é o cenário de tudo o que acontece com os Buendía. Da descoberta da alquimia, da guerra feita pelo capitão Aureliano, da mania de Rebeca em comer terra, da beleza de Remédios a bela e de tudo o que poderia acontecer em cem anos naquele pequeno povoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel Garcia Márquez recebeu o titulo de ultimo grande contador de historias do século XX por causa de seu mais confuso e genial livro. Cem anos de Solidão: a história da maior “estirpe de solitários para a qual não será dada uma segunda oportunidade sobre a terra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cem anos de Solidão: li e me perdi – duas vezes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-8753753846264809665?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/8753753846264809665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=8753753846264809665' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8753753846264809665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8753753846264809665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/08/arvore-genealogica-dos-buendia.html' title='A árvore genealógica dos Buendía'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SpHPLPLL4tI/AAAAAAAAACs/sxUKkmFRsaU/s72-c/arvore+genealogica.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-6150708309203212363</id><published>2009-04-17T13:11:00.007-03:00</published><updated>2009-04-17T13:23:13.177-03:00</updated><title type='text'>O dia em que Tony foi ao ar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SeiqgER4PbI/AAAAAAAAACc/DvKGputMBac/s1600-h/Tony+araÃºjo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325694027246878130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 229px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SeiqgER4PbI/AAAAAAAAACc/DvKGputMBac/s320/Tony+ara%C3%BAjo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Estava marcado para as quatro da tarde, mas ele apareceu mais cedo. Arrumado com camisa de botão e manga curta, calça jeans e sapato, Tony esperava encostado na parece ao lado de seu violão. Na cabeça, além do cabelo cuidadosamente arrumado, havia, sem dúvida, muitos sonhos. O sonho de cantar e encantar, o sonho de mostrar sua arte e principalmente o sonho de viver dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tinha acontecido muito rápido. Até a noite do dia anterior, tinha um trabalho de garçom. Hoje já não tinha mais. Até a noite do dia anterior, talvez Tony estivesse desesperançado. Hoje ele já se mostrava cheio de esperanças. Até a noite do dia anterior, Tony levava sua vida de músico como projeto paralelo. Hoje ele já estava decidido: ia viver da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tony Araújo nasceu em São Paulo mas mora desde 1995 em Joinville e se considera praticamente daqui. “Foi em Joinville que nasceu a minha filha e a minha paixão pela música” – lembra ele. Tony não teve influência na família ou na infância, a música simplesmente aconteceu, surgiu de repente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo, Tony foi “com muita sede ao pote”. Estudou, aprendeu e começou procurar espaço. Tocou músicas de seus ídolos Lenine e Zé Ramalho em alguns lugares e encantou muita gente. Sempre com a sua fiel música brasileira porque, como ele mesmo diz, “eu sou brasileiro.” Por fim, Tony acabou sendo garçom em um dos bares que já tinha tocado. E nesse mesmo bar conheceu, naquela noite, quem o faria estar na TV, no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje ele diz, humildemente, que não tem pretensão de ficar famoso. “Quero apenas receber pelo que eu mereço e fazer o meu trabalho” – confessa Tony. Isso sempre tocando ao vivo já que, como ele mesmo explica, “vender CD não dá mais dinheiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco nervoso, Tony entrou no estúdio para gravar sua primeira entrevista para a televisão como músico oficialmente. Sentou na cadeira do entrevistado, respondeu a algumas perguntas, pegou seu violão e começou a tocar. Tudo de um jeito muito humilde e sincero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bloco era de apenas 20 minutos, mas deu tempo pra tudo. Tony não falou muito, mas fez o que melhor sabe fazer: cantar e tocar. Tudo sempre com um sorriso no rosto. Deu até para o apresentador brincar: “estamos aqui com o homem que canta sorrindo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi assim, de sorriso em sorriso, que se acabaram os 20 minutos de Tony Araújo. Aqueles poucos minutos que, sem dúvida, entrariam para a história da vida dele teve um fim. Os seus “minutos de fama”. O pontapé inicial de sua brilhante carreira. O dia em que Tony foi ao ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;(Para contratar Tony de Araújo e/ou sua banda Dr. Pimenta: (47) 8412 2623)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-6150708309203212363?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/6150708309203212363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=6150708309203212363' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/6150708309203212363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/6150708309203212363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/04/o-dia-em-que-tony-foi-ao-ar.html' title='O dia em que Tony foi ao ar'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SeiqgER4PbI/AAAAAAAAACc/DvKGputMBac/s72-c/Tony+ara%C3%BAjo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-781172199285971277</id><published>2009-04-13T17:32:00.002-03:00</published><updated>2009-04-14T12:50:08.020-03:00</updated><title type='text'>Profissão de Risco: Jornalista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enchentes, guerras e ameaças são algumas das situações que um jornalista, ao ingressar na carreira, decide enfrentar dali para a frente. Os riscos que os profissionais dessa área correm vão de xingamentos a brutais tipos de violência que, às vezes, levam até à morte. A lista de danos sofridos por jornalistas é extensa no mundo todo e suas causas são as mais diversas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os desafios fazem parte do jornalismo desde a sua consolidação e reconhecimento como profissão. Hoje, a busca pela informação é ainda mais desafiadora por causa das novas tecnologias que aceleram o processo de comunicação. Tal busca desenfreada e constante pela notícia é o combustível que leva jornalistas a cobrir fatos perigosos como guerras e fenômenos naturais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos esses riscos superam a missão de informar, como no episódio envolvendo o jornalista Ricardo Kotscho e contado por ele no livro A Prática da Reportagem: "Estava em Itatiaia, cobrindo um incêndio na reserva florestal, quando nos mandaram de lá mesmo direto pra Macaé: explosão na plataforma central de Anchova 1". Kotscho se recusou a ir à plataforma que havia explodido, em 1984. "O jornal não precisa de heróis, mas de reportagens. E cada um tem que conhecer seus próprios limites" – declarou o jornalista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Reconhecendo-os ou não, sempre há quem passe dos limites. Um dos casos mais conhecidos é o do jornalista José Hamilton Ribeiro que, em 1968, foi cobrir a Guerra do Vietnã para a Revista Realidade. A sentença foi trágica: o repórter perdeu uma perna ao pisar numa mina terrestre. Apesar da perda, José Hamilton ainda se diz a favor da cobertura jornalística nestes casos: “Uma guerra é ruim, mas uma guerra sem jornalista é pior ainda”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os motivos pelos quais esses profissionais escolhem encarar os riscos são muitos, segundo José Hamilton Ribeiro. “Um pouco ambição profissional. E uma pitada de falta de juízo. Mas muito mesmo de um componente psicológico típico da profissão de jornalista, que é ser um justiceiro, um missionário, um visionário, no sentido em que ele sente que precisa estar onde estão acontecendo as coisas. Primeiro, para ser um testemunha da História. Segundo, para denunciar o que houver ali de maldade, de injustiça” – sentencia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje, com a saturação do mercado, escolhas como as de Kostscho e Zé Hamilton ficam cada vez mais difíceis: ou o profissional aceita correr os riscos ou pode ser substituído por quem o faça. Dessa maneira, enfrentar todo tipo de dificuldade no processo de apuração da notícia se tornou fator obrigatório para quem trabalha na imprensa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de levar um jornalista aos riscos é a sua desconfiança. Na tentativa de mostrar o que ele supõe que se queira esconder, o repórter pode sofrer diversos tipos de ameaças e atentados. Isso ocorre principalmente no Jornalismo Investigativo, do qual se tem um exemplo muito difundido: o escândalo Watergate, na década de 1970, quando dois repórteres descobriram o envolvimento do presidente dos EUA Richard Nixon com operações ilegais. O caso levou Nixon a renunciar ao cargo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A reportagem investigativa, usada principalmente na política, é uma das áreas em que o profissional da mídia mais se expõe à riscos. O jornalista e comentarista de política radicado em Joinville, Osny Martins, diz que, recentemente, na cobertura das eleições municipais, chegou a receber telefonemas com ameaças de morte. Além disso, Osny conta que também teve vidros da janela de sua casa quebrados e estragos em seu carro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém os casos não se limitam à editorias de política e polícia que pensa-se ser as mais perigosas. O jornalista de Joinville Cacá Martan trabalha na área esportiva e confessa ter passado por muitos riscos. Segundo ele, em transmissões esportivas são comuns agressões verbais por parte dos torcedores. Cacá diz que já foi também agredido fisicamente com guarda-chuvas além de levar banho de cerveja e até urina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atentados contra a liberdade de imprensa não são herança exclusiva do período de ditadura militar que se instalou no Brasil em 1964. Mas o regime ditatorial que durou até 1985 foi sem dúvida a fase mais conturbada na história do jornalismo brasileiro. A censura proibia os profissionais da comunicação de exercer seu trabalho. Muitos jornalistas, na tentativa de resistir ao regime, foram torturados e até assassinados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns dados refletem as conseqüências trágicas dos riscos enfrentados por estes profissionais. Segundo a Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj foram registrados 171 casos de mortes na Imprensa durante o ano de 2007. Neste ano, segundo o Observatório da Imprensa, até o mês de outubro já foram contabilizados cerca de 70 óbitos no mundo. O fato curioso é que a maioria destes registros ocorre em épocas de paz e em países que não passam por guerras ou conflitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Reportagem publicada no Cobaia (jornal da Univali)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-781172199285971277?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/781172199285971277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=781172199285971277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/781172199285971277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/781172199285971277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2009/04/profissao-de-risco-jornalista.html' title='Profissão de Risco: Jornalista'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-8613871658439671996</id><published>2008-12-07T16:33:00.008-02:00</published><updated>2008-12-10T09:05:39.919-02:00</updated><title type='text'>Eu cego, tu cegas, ele cega...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/STwXeyQ5JkI/AAAAAAAAACU/9bumZLz5zAg/s1600-h/Saramago.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277118681027520066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 310px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/STwXeyQ5JkI/AAAAAAAAACU/9bumZLz5zAg/s320/Saramago.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há pontos de interrogação. Não há diálogo que se preceda de um travessão. Não há nomes para os personagens. A moça é chamada de “rapariga”; o médico de médico e assim é com todos os outros. Para o alto-falante, chama-se “altifalante”. Para os dormitórios, dá-se o nome de “camarata”. Porém, mais curioso ainda é o mote: todas as pessoas do mundo cegando de repente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro Ensaio sobre a cegueira de José Saramago tudo é estranho. A começar pela língua que tem o mesmo nome que a nossa - mas é tão diferente quanto às de título distinto - a Língua Portuguesa. O autor, nascido em Portugal, não permitiu a adaptação de seu livro para o “português tupiniquim”. Assim, aos brasileiros, a estranheza já surge nas primeiras frases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não bastasse a ortografia e a gramática, o livro nos presenteia com mais uma de suas particularidades logo no começo: o enredo. Nele é contado que um homem, ao parar no sinal vermelho, fica cego de modo repentino. Sem causas nem explicações. Só há uma distinção: a cegueira é branca. O caso inesperado é seguido de outros e mais outros casos. Os que enxergam terminam por cegar com algum contato com um cego. Nasce, então, uma epidemia contagiosa de cegueira. As autoridades tomam medidas de prevenção ao surto, mas a ação é ineficaz: todos cegam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criativo, estranho e genial. A história parece loucura do escritor. Mas é só um jeito muito inteligente de propor algumas reflexões sobre hábitos comuns à humanidade. Como, por exemplo, o "hábito" de não ver.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-8613871658439671996?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/8613871658439671996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=8613871658439671996' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8613871658439671996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8613871658439671996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/12/eu-cego-tu-cegas-ele-cega.html' title='Eu cego, tu cegas, ele cega...'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/STwXeyQ5JkI/AAAAAAAAACU/9bumZLz5zAg/s72-c/Saramago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-714797234071360956</id><published>2008-11-11T15:18:00.005-02:00</published><updated>2008-11-11T15:35:02.323-02:00</updated><title type='text'>O multiinstrumentalista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As mãos não param: ora estão nos botões do saxofone, ora nas cordas do violão. Às vezes elas também insistem em batucar em instrumentos de percussão ou se aventuram, junto ao microfone, numa gaita de boca. Seus movimentos acompanham o ritmo da música e o ritmo da música é acompanhado por algumas dancinhas que seu corpo improvisa. Com os olhos quase fechados, ele sorri. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Veste camiseta, não muito grande, preta; calça jeans escura e tênis. O cabelo desarrumado não chega ao ombro, mas voa junto aos movimentos da cabeça. No pulso esquerdo, um relógio. No pescoço, um cordão preto com uma espécie de gancho na ponta para prender algum instrumento de sopro. Gotas de suor escorrem pela testa umedecendo, assim, seu rosto inteiro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há nada que ele não faça em cima do palco. Toca todos os instrumentos que lhe caem nas mãos, apresenta solos, canta, dança e ainda consegue animar a platéia. Chega até a trocar, mais de uma vez, de instrumento durante uma música. E tudo com uma rapidez que impressiona. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nos créditos do telão, no final do espetáculo, seu nome aparece ao lado de uma de suas funções: “Milton Guedes – Sopros”. Porém sua performance e talento em cima do palco vão além disso. Os instrumentos tocados por ele não são só os de sopro e a qualidade de sua apresentação como músico é iinquestionável. Apesar do evento ser de Lulu Santos, quem dá show, de verdade, é ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRnB-qntOYI/AAAAAAAAACM/pDb8RU44wdM/s1600-h/milton_guedes_157_b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267454521523386754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRnB-qntOYI/AAAAAAAAACM/pDb8RU44wdM/s320/milton_guedes_157_b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-714797234071360956?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/714797234071360956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=714797234071360956' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/714797234071360956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/714797234071360956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/11/o-multiinstrumentalista.html' title='O multiinstrumentalista'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRnB-qntOYI/AAAAAAAAACM/pDb8RU44wdM/s72-c/milton_guedes_157_b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-1818543054143001473</id><published>2008-11-05T17:22:00.002-02:00</published><updated>2008-11-05T17:28:12.302-02:00</updated><title type='text'>Dia do Cinema Brasileiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRHzNOHHmPI/AAAAAAAAAB0/IlMndC_s_a0/s1600-h/um.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265256847824623858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRHzNOHHmPI/AAAAAAAAAB0/IlMndC_s_a0/s320/um.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; "Não há paz que não tenha um fim. Nem taça que não tenha um fundo de veneno."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* frase do filme &lt;em&gt;Lavoura Arcaica&lt;/em&gt; - um dos melhores filmes brasileiros na minha opinião - em homenagem ao dia do cinema brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-1818543054143001473?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/1818543054143001473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=1818543054143001473' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/1818543054143001473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/1818543054143001473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/11/dia-do-cinema-brasileiro.html' title='Dia do Cinema Brasileiro'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRHzNOHHmPI/AAAAAAAAAB0/IlMndC_s_a0/s72-c/um.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-5331470081657432493</id><published>2008-11-04T15:50:00.005-02:00</published><updated>2008-11-04T20:28:31.307-02:00</updated><title type='text'>O Poeta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com cabelos brancos mas cara de menino, ele fecha os olhos e dança. As mãos fingem tocar uma guitarra que acompanha os acordes da música. Ele vai até o chão, rebola e sorri. Só pára quando resolve beber mais um pouquinho do líquido amarelo que está dentro de seu copo. Embriagar-se é uma das coisas que ele costuma fazer enquanto está, ou não, trabalhando. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caco, como todos o chamam, se veste com roupas sociais: calça, camisa e até gravata. Paletó, também, quando faz frio. As vezes usa uma mochilinha infantil azul que não combina muito com a roupa mas ajuda a denunciar sua alma: de criança. Os óculos de grau com armação preta e quadrada são mais um detalhe que lhe dá um ar de jovem. Não só de jovem, mas também de intelectual. É exatamente isso que Caco é: um homem inteligente com alma de menino. Poeta também, como ele mesmo diz. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os pés se cansam e ele senta. Continua a beber enquanto conversa com todos. Os que chegam no bar, quando o avistam, vão diretamente lhe cumprimentar. Todos fazendo a mesma pergunta: - Como foi o lançamento do livro, Caco? Ele abre um sorriso envergonhado e diz que foi legal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de vários copos, Caco fica bêbado. Quase derruba a mesa várias vezes. Coloca cerveja na garrafa de chocoleite e chocoleite no copo de cerveja. Derrama um pouco de bebida e faz o Sid, que trabalha ali, vim lhe perguntar: - Caco, tu tá bem? Todo mundo ri. Ele também. Então Caco solta a primeira frase do poeminha ilustre rabiscado no banheiro do Bar do Energia: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Ovo, algema...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos respondem: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Gema, prisão! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRDIhXFacQI/AAAAAAAAABs/h-N8cyKwn28/s1600-h/caco.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264928439854067970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRDIhXFacQI/AAAAAAAAABs/h-N8cyKwn28/s320/caco.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-5331470081657432493?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/5331470081657432493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=5331470081657432493' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5331470081657432493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5331470081657432493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/11/o-poeta.html' title='O Poeta'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SRDIhXFacQI/AAAAAAAAABs/h-N8cyKwn28/s72-c/caco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-7657890641948495110</id><published>2008-10-01T11:27:00.002-03:00</published><updated>2008-10-01T11:28:28.798-03:00</updated><title type='text'>Hugo Rodas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SOOI8i1gjPI/AAAAAAAAABM/1r9qOPXeTaM/s1600-h/1181166801_hugo_rodas1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252192164168895730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SOOI8i1gjPI/AAAAAAAAABM/1r9qOPXeTaM/s320/1181166801_hugo_rodas1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É um dos diretores teatrais que mais faz história no Brasil. Uruguaio de nascimento, mas brasiliense de coração, Hugo é professor do curso de Artes cênicas da UnB - Universidade Federal de Brasília, dramaturgo e ator. Vencedor de vários prêmios, hoje Hugo Rodas é referencia nacional no teatro. Para ele, sua arte é 'provocadora'. - "Minha função não é entreter, eu quero incomodar!"&lt;br /&gt;* Diretor da peça "Adubo ou a sutil arte de escoar pelo ralo"&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-7657890641948495110?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/7657890641948495110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=7657890641948495110' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/7657890641948495110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/7657890641948495110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/10/hugo-rodas.html' title='Hugo Rodas'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SOOI8i1gjPI/AAAAAAAAABM/1r9qOPXeTaM/s72-c/1181166801_hugo_rodas1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-7229525680320236976</id><published>2008-09-30T19:58:00.002-03:00</published><updated>2008-09-30T20:09:50.162-03:00</updated><title type='text'>Adubo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SOKv_L9T4fI/AAAAAAAAABE/_1LAe58hqeQ/s1600-h/m_adubo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251953615543984626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SOKv_L9T4fI/AAAAAAAAABE/_1LAe58hqeQ/s320/m_adubo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Luz baixa, velas brancas acesas, fumacinha no ar e som macabro. Em meio a isso, quatro pessoas e um único assunto: a morte. É assim que o grupo brasiliense TUCAN – Teatro Universitário Candango (DF) apresenta o espetáculo "Adubo ou a sutil arte de escoar pelo ralo".&lt;br /&gt;A peça fez parte do projeto Palco Giratório e foi apresentada no último sábado, na Cidadela Cultural de Joinville. A direção é do uruguaio Hugo Rodas e o texto é fruto de um processo de pesquisa sobre o tema. Os atores buscaram textos, poemas, teses e tudo o que já foi escrito sobre a morte na literatura, medicina, religião e filosofia. A união e adaptação destes escritos geraram o roteiro.&lt;br /&gt;No cenário, um grande quadro negro no fundo, uma pequena mesa com velas e garrafas num canto, banquetas, e alguns instrumentos musicais noutro canto. Os quatro personagens escrevem e desenham coisas no quadro durante a peça. Isso acontece inclusive no momento em que os espectadores entram no espaço cênico.&lt;br /&gt;André Araújo, Juliano Cazarré, Pedro Martins e Rosanna Viegas passam por diversos personagens. Os atores mudam, imperceptivelmente, de um personagem para outro, trocam de cena, interagem com a platéia, voltam à algum personagem de outra cena e mesclam elementos de arte.&lt;br /&gt;Entre piadinhas, coreografias, batuques e poemas, os 'candangos' conseguiram dar originalidade ao tema tão clichê. A morte é tratada sutil e despreocupadamente, sem medos ou barreiras. O espetáculo tem a dose certa de tudo. Só exagera em duas coisas: talento e beleza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-7229525680320236976?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/7229525680320236976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=7229525680320236976' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/7229525680320236976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/7229525680320236976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/09/adubo.html' title='Adubo'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SOKv_L9T4fI/AAAAAAAAABE/_1LAe58hqeQ/s72-c/m_adubo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-5017392185165981000</id><published>2008-09-29T10:48:00.001-03:00</published><updated>2008-09-29T10:51:45.999-03:00</updated><title type='text'>Whisky</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;- Digam 'Whisky'!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;- Whiskyyyy.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SODdBCNWE7I/AAAAAAAAAA8/hI0snayj8QI/s1600-h/whisky.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251440175356449714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SODdBCNWE7I/AAAAAAAAAA8/hI0snayj8QI/s320/whisky.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-5017392185165981000?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/5017392185165981000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=5017392185165981000' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5017392185165981000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5017392185165981000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/09/whisky.html' title='Whisky'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SODdBCNWE7I/AAAAAAAAAA8/hI0snayj8QI/s72-c/whisky.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-2753902502244485915</id><published>2008-08-27T10:09:00.006-03:00</published><updated>2008-08-28T09:04:25.020-03:00</updated><title type='text'>Quatro menos três?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SLVTXfxNIsI/AAAAAAAAAA0/H0pSiuO0--A/s1600-h/Licao+baixa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239185404645417666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SLVTXfxNIsI/AAAAAAAAAA0/H0pSiuO0--A/s320/Licao+baixa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Uma jovem aluna chega à casa de seu novo professor particular e é recebida com o sorriso largo da criada. Ela pede para a aluna entrar e espera-lo. A sala tem duas cadeiras com rodas colocadas frente a frente sob uma luminária redonda que desce do teto para iluminar o centro dela. Num canto estão alguns livros e em outro alguns lápis.&lt;br /&gt;Este é o cenário que guia a peça apresentada pela Companhia La trama: “A Lição”. Do dramaturgo criador do teatro do absurdo Eugène Ionesco, o espetáculo é formado por três personagens: o professor; a aluna (por Samantha Cohen) e a empregada (Juciara do Nascimento). Com tradução de Paulo Neves, “A Lição” é dirigida por Amarildo de Almeida e produzida pelo ator que interpreta o professor: Cristóvão Petry.&lt;br /&gt;O roteiro conta a história de uma aluna que sonha entrar no curso de “Doutorado Total”, onde pretende se especializar em todas as áreas do conhecimento. Naturalmente, a dificuldade de passar é grande. Sendo assim, a aluna vai à procura de um professor que a ajude com os estudos. O professor, à principio, se mostra gentil e paciente com a menina. Mas sua calma se esvai à medida que a aluna responde a seus questionamentos.&lt;br /&gt;Aos poucos, o professor começa a perder sua compostura e parte para uma batalha dura de ensinamentos, de modo à impressionar a aluna. Isto ocorre enquanto a moça começa a se sentir mal e a criada intervém algumas vezes advertindo-o sobre “o pior” que pode acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo acontece numa atmosfera estranha de sensações variadas. O espetáculo também é múltiplo de leituras e entendimentos, questionando diferentes situações perenes da sociedade, sem espaço de tempo. Além de unir, belissimamente, o engraçado e o obscuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-2753902502244485915?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/2753902502244485915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=2753902502244485915' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2753902502244485915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2753902502244485915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/quatro-menos-trs.html' title='Quatro menos três?'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SLVTXfxNIsI/AAAAAAAAAA0/H0pSiuO0--A/s72-c/Licao+baixa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-2493117161571139180</id><published>2008-08-21T09:19:00.002-03:00</published><updated>2008-08-21T09:40:02.252-03:00</updated><title type='text'>Peça "A Lição" é apresentada em Joinville</title><content type='html'>A companhia de teatro &lt;em&gt;La trama&lt;/em&gt; estréia neste sábado, 23 de agosto, a peça "A Lição" do dramaturgo criador do "teatro do absurdo" Eugéne Ionesco. O espetáculo conta a história de um professor de aulas particulares numa tentativa de impressionar sua aluna. Traduzida por Paulo Neves e dirigida por Amarildo de Almeida, a peça será apresentada todos os sábados e domingos até o dia 7 de setembro, na Cidadela Cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O quê:&lt;/strong&gt; Espetáculo “A lição", do grupo teatral La trama.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando:&lt;/strong&gt; 23, 24, 30 e 31 de agosto; 06 e 07 de setembro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 20h.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde:&lt;/strong&gt; Galpão de Teatro da AJOTE – Antarctica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quanto:&lt;/strong&gt; R$ 10,00 (Professor, Estudante e pessoas acima de 60 anos pagam meia) à venda na Livraria Midas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Informações:&lt;/strong&gt; Cristóvão Petry - 47 9603 5584 - &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://cristovaopetry.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://cristovaopetry.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-2493117161571139180?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/2493117161571139180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=2493117161571139180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2493117161571139180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2493117161571139180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/pea-lio-apresentada-em-joinville.html' title='Peça &quot;A Lição&quot; é apresentada em Joinville'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-8182174539788591224</id><published>2008-08-19T10:10:00.002-03:00</published><updated>2008-08-19T10:27:53.771-03:00</updated><title type='text'>Nova temporada do Espetáculo Migrantes</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SKrI5el_B1I/AAAAAAAAAAs/XVbsLJqdaQQ/s1600-h/04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236218406562105170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SKrI5el_B1I/AAAAAAAAAAs/XVbsLJqdaQQ/s320/04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div align="justify"&gt;A peça “Migrantes” do grupo Dionisos Teatro passa novamente pelo Juarez Machado esta semana. As apresentações começam hoje, dia 19, e vão até sexta-feira, dia 22. Todos os dias ás 20h.&lt;br /&gt;O espetáculo conta histórias de pessoas que, devido à diferentes situações, vieram de outras cidades para morar em Joinville. No palco, os “migrantes” são representados por Andréia Malena Rocha, Clarice Steil Siewert, Eduardo Campos e Vinícius José Puhl Ferreira. A peça, dirigida por Silvestre Ferreira, conta com efeitos visuais projetados no palco além do áudio de pessoas contando suas histórias de migrante.&lt;br /&gt;Além disso, há um momento de interação com a platéia onde o público se torna personagem contando também suas “experiências migratórias”. Essa proximidade do roteiro com seu público alvo e do público com os personagens é, sem dúvida, o ponto que marca a beleza do espetáculo. Há uma identificação unificada, uma lembrança conjunta e nostálgica de todos os que viveram tais circunstancias ou conhecem alguém que o fizera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Migrantes” é uma apresentação que todos os joinvilenses deveriam ver. Porque ao contrário de algumas peças que vêm de longe e que, além de não ter significado local, não têm conteúdo, Migrantes é um exemplo de espetáculo bem pensado e produzido. E o mais importante: é feito aqui para o público daqui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O quê:&lt;/strong&gt; Espetáculo “Migrantes”, do grupo teatral Dionisos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando:&lt;/strong&gt; 19, 20, 21 e 22 de agosto/2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 20h.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde:&lt;/strong&gt; Teatro Juarez Machado, Avenida José Vieira, 315 – anexo ao Centreventos Cau hansen, Centro – Joinville/SC.Quanto: no local R$ 16,00 – antecipados na Livraria Midas R$ 12,00 (Pessoas acima de 60 anos e estudantes pagam meia)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-8182174539788591224?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/8182174539788591224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=8182174539788591224' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8182174539788591224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/8182174539788591224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/nova-temporada-do-espetculo-migrantes.html' title='Nova temporada do Espetáculo Migrantes'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SKrI5el_B1I/AAAAAAAAAAs/XVbsLJqdaQQ/s72-c/04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-5539408802335380206</id><published>2008-08-15T11:33:00.001-03:00</published><updated>2008-08-15T11:38:44.821-03:00</updated><title type='text'>Melhor ficar calado, Zé!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Artificial. Essa sem dúvida era a palavra que definiria o ator global José de Abreu, na noite de ontem. A peça “Fala, Zé” estrelada por ele foi apresentada às 20h no Teatro Juarez Machado em Joinville. Nela, o ator se mostrou de forma plástica e com pouca naturalidade.&lt;br /&gt;O texto assinado por Angel Palomero e Walter Daguerre conta uma história, que supostamente é do próprio ator, e a relaciona com alguns fatos históricos. O ponto de partida é a aparição do “Arcanjo Gabriel” (interpretado também por José) projetado num dos telões. Depois de uma rápida e desentendida conversa, o Anjo diz à José de Abreu que sua missão ali, naquela noite, era falar. E profetisa, então, a frase que dá nome à peça:&lt;br /&gt;- Faaaala, Zé! Desencadeando o espetáculo com tal sentença, o personagem/ator começa a contar sua história de vida.&lt;br /&gt;Cronologicamente, o monólogo passa por fatos importantes na história do Brasil e do mundo tais como: a ditadura militar; o movimento estudantil na década de 60; o movimento hippie e o cinema novo. Em meio a tais fases históricas aparecem personagens como Caetano Veloso, José Dirceu e Glauber Rocha, imitados também por José. Além disso, há fotos e filmagens de alguns momentos contados com projeções enquanto o ator troca de figurino.&lt;br /&gt;O jeito plastificado que José atuou no palco não condisse com o imaginário do roteiro. Isso porque, na peça, o ator interpreta ele mesmo ou, ao menos, alguma coisa parecida com o “personagem dele mesmo”. Mais parecia um personagem atuando no papel de um personagem. Não um ator fazendo um personagem. Ou melhor: um ator fazendo o personagem mais natural que poderia ser feito que é o seu próprio personagem!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixando de lado a figura do ator, o espetáculo foi uma boa aula de história fazendo o público reviver momentos bons e relembrar coisas que até o “Zé” diz ser melhor esquecer. O enredo também, mesmo sendo comédia (e de ator da Globo), não era dos piores. O que estragou mesmo foi o “Zé” e seu desempenho inesperadamente A-R-T-I-F-I-C-I-A-L. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-5539408802335380206?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/5539408802335380206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=5539408802335380206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5539408802335380206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/5539408802335380206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/melhor-ficar-calado-z.html' title='Melhor ficar calado, Zé!'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-2111545764068691367</id><published>2008-08-15T11:07:00.001-03:00</published><updated>2008-08-15T11:32:31.580-03:00</updated><title type='text'>Nota 2: "A Presença"</title><content type='html'>Presença ilustre no Teatro Juarez Machado em Joinville, ontem. O próprio! Aquele que deu nome à casa. O artista plástico joinvilense: Juarez Machado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-2111545764068691367?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/2111545764068691367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=2111545764068691367' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2111545764068691367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/2111545764068691367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/nota.html' title='Nota 2: &quot;A Presença&quot;'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-4957970154429619943</id><published>2008-08-11T15:22:00.002-03:00</published><updated>2008-08-13T08:30:23.672-03:00</updated><title type='text'>Renato Russo - a peça</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SKCEytJ9G3I/AAAAAAAAAAk/Y1mHeDuyuuw/s1600-h/4842365.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233328773654190962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SKCEytJ9G3I/AAAAAAAAAAk/Y1mHeDuyuuw/s320/4842365.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mistura de artes e linguagens artísticas compuseram as noites de sexta e sábado, 8 e 9 de agosto, no teatro Juarez Machado. “Renato Russo - a peça” trouxe para o palco joinvilense o casamento perfeito entre música e teatro. No sábado, a apresentação durou pouco mais de duas horas e caractezirou-se como uma “peça-show”.&lt;br /&gt;Entre monólogos e músicas, o ator Bruce Gomlevsky conta a vida do cantor e compositor brasileiro Renato Russo. O roteiro segue ordem cronológica passando pela infância e adolescência de Renato, depois pelo seu sucesso na carreira profissional até sua morte. Dirigido por Mauro Mendonça Filho, a peça conta também com a banda Arte Profana tocando ao vivo, além de efeitos visuais que ilustram as emoções e fases pelo qual Renato Russo passou.&lt;br /&gt;O fundo do palco é ocupado por uma espécie de tela onde são projetados os efeitos em meio às divagações solitárias do artista. Quando não há projeções, as luzes atrás da tela se acendem para mostrar a banda. Os músicos escondidos em alguns momentos e mostrados com a iluminação tocam sucessos do Aborto Elétrico (primeira banda de Renato); da Legião Urbana; entre outras músicas marcantes na vida do cantor.&lt;br /&gt;Com a ajuda de uma magistral iluminação, Bruce reproduz o tempo todo trejeitos do ídolo, emocionando e provocando um sentimento nostálgico no público. O ator também improvisa situações interagindo com a platéia, tal qual o próprio Renato Russo. Além de botar todo mundo pra cantar em coro os 22 sucessos escolhidos para a peça.&lt;br /&gt;A obra conseguiu, sem dúvida, superar as expectativas tanto dos fãs de Renato quanto dos que não o conheciam muito. O teatro transbordou música e poesia, durante duas horas. E, certamente, essa energia permaneceu nas pessoas que estiveram lá. Dava pra vê-la nos olhos de todos os que, involuntariamente, cantarolavam na saída.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-4957970154429619943?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/4957970154429619943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=4957970154429619943' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/4957970154429619943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/4957970154429619943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/renato-russo-pea.html' title='Renato Russo - a peça'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SKCEytJ9G3I/AAAAAAAAAAk/Y1mHeDuyuuw/s72-c/4842365.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-7667635054437387217</id><published>2008-08-06T10:24:00.004-03:00</published><updated>2008-08-11T15:46:31.902-03:00</updated><title type='text'>Bobagem global</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pior do que teatro global é comédia teatral feita por atores da Rede Globo. Não gosto de generalizações nem de paradigmas. Mas este é um dos que se firmam a cada dia, ou melhor, a cada peça destas que passam aqui por Joinville. A ultima foi apresentado nos dias 2 e 3 de agosto na Moom.&lt;br /&gt;"69 com a Empregada" é um espetáculo escrito, dirigido e encenado pelo ator da Rede Globo Paulo Silvino. O elenco é composto pelo autor da peça juntamente com Ednei Ieger. Os dois seguem um roteiro sem graça de um homem que no dia de seu aniversário de 69 anos vai à casa de uma amiga busca-la para sair e só encontra a empregada. Enquanto espera pela amiga, o aniversariante fica conversando com a tal faxineira.&lt;br /&gt;O enredo é apenas um pretexto para o nome sugestivo “69 com a empregada” que tem como objetivo chamar público. Além de servir somente como um pano de fundo para as piadinhas sem-graça ao estilo dos programas humorísticos da emissora do autor. Tal qual o “Zorra Total”, programa no qual Paulo Silvino trabalha, o espetáculo é apelativo e ruim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais uma vez o paradigma de que são raras as peças globais que realmente valem a pena assistir, fazem valer a pena sair de casa para vê-las e valem o dinheiro do ingresso. Não quero ter isso como verdade absoluta. Mas, que nessa última valia mais a pena assistir Zorra Total na televisão...acredito que sim! Pelo menos ninguém precisaria sair de casa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-7667635054437387217?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/7667635054437387217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=7667635054437387217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/7667635054437387217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/7667635054437387217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/08/bobagem-global.html' title='Bobagem global'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-980010324842257568.post-237337119786484519</id><published>2008-07-21T14:25:00.002-03:00</published><updated>2008-08-11T15:47:42.482-03:00</updated><title type='text'>O que eu fiz?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SJrjO2KDEAI/AAAAAAAAAAc/0_9Mlb38NDA/s1600-h/img5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231743761339584514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SJrjO2KDEAI/AAAAAAAAAAc/0_9Mlb38NDA/s320/img5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um pouco de vela derretida e ainda incandescente é derramada na palma da mão esquerda das pessoas que adentram o Teatro Juarez Machado. Espetáculo de tortura? Não. O ritual fez parte da peça de dança "O Processo" apresentada na noite de domingo, 20 de julho, pela Mostra de Dança Contemporânea. Numa adaptação do livro de Franz Kafka, a paulistana Cia Borelli de Dança conseguiu, magistralmente, transformar as palavras do escritor Austro-húngaro em expressão corporal.&lt;br /&gt;Dirigido por Sandro Borelli, o espetáculo formado por sete bailarinos criou, no teatro de Joinville, um clima típico kafkiano de angústia e medo. A começar pela dorzinha do líquido quente derramado na mão dos espectadores. Depois, com o som macabro (que infelizmente foi prejudicado mais uma vez pelos péssimos equipamentos do teatro) da trilha sonora de Gustavo Domingues. E também pela iluminação e performance sofrida dos personagens.&lt;br /&gt;“Alguém certamente havia caluniado Josef K. pois uma manhã ele foi detido sem ter feito mal algum” – é assim que começa a obra no qual se baseia a encenação. O personagem principal, Sr. K., é um procurador de banco que, após saber de um processo movido contra ele, mergulha num conflito consigo mesmo enquanto se questiona porque e por quem foi acusado.&lt;br /&gt;No palco, o personagem de Kafka foi representado por alguns atores que se movimentavam de forma agoniante enquanto uma mulher de preto se “grudava” à eles, um a um. A mulher parecia ser uma metáfora da culpa que o personagem “carrega nas costas” ou, quem sabe, de sua própria consciência. Esta que em determinado momento cega e cala Josef. A peça problematizou, tal qual outras obras de Kafka, a condição humana.&lt;br /&gt;O espetáculo conseguiu capturar a atenção de toda a platéia. Além de aproximar de forma inteligente os que atuavam dos que assistiam já que, enquanto os personagens de Josef questionavam, no palco, o motivo de serem processados; os espectadores, na platéia, ainda questionavam o porque da vela derretida em suas mãos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/980010324842257568-237337119786484519?l=talitalitalitalita.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/feeds/237337119786484519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=980010324842257568&amp;postID=237337119786484519' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/237337119786484519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/980010324842257568/posts/default/237337119786484519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://talitalitalitalita.blogspot.com/2008/07/o-que-eu-fiz.html' title='O que eu fiz?'/><author><name>Talita Rodrigues.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02548698231422826717</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_bOPTWBfZOwE/SJrjO2KDEAI/AAAAAAAAAAc/0_9Mlb38NDA/s72-c/img5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
